MANHÃ SEGUNDA-FEIRA
A bolha subia depressa, mas ainda assim o céu não era visível. Tampouco sabiam se era dia ou noite.
- Rita, eu não consigo vê-los. – Simon.
Ela também olhava entre os pés, ela também não conseguia vê-los.
- Estão bem, Simon. E chegarão a superfície depois de nós. – Rita.
A garota tornou a olhar o relógio em seu pulso e para cima.
- O que é Rita? – Simon.
- Eram doze horas... Não, era uma hora da tarde. Depois do almoço quando estávamos em horário de repouso. O relógio já deu duas voltas, então é uma da tarde novamente. – Rita.
Ela olhou para o alto e sorriu ao olhar o irmão.
- É o tempo da superfície. No seu tempo estamos na primeira parte mais quente, de novo. – Rita.
- Do minguante? – Simon.
- Sim Simon. Devemos ver a luz do sol em breve.
- Então estamos próximos da superfície?
- Sim, mas estamos desacelerando. Precisamos de mais impulso.
- Isso quer dizer que mamãe e papai estão a caminho certo?
- Sim Simon. Vamos sentar e aguardar que passem por nós.
Sentaram-se e comeram peixes que Rita pegou através da água.

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