MANHÃ QUINTA-FEIRA
- Dra. Ana, não vai acreditar! – Teodoro.
Ela levantou-se da cama e foi apressada atrás de Teodoro. Alcançando-o ele começou a explicar.
- O garoto começa a reagir. Está febril agora, sem medicações mais fortes. Ele havia melhorado com a redução do oxigênio e autorizei que diminuíssem mais. – Teodoro.
- Sem me informar! – Ana.
- Desculpe, dra. Ana. A sua idéia, antes, foi brilhante. Por algum motivo o organismo do garoto não absorve tanto oxigênio, e age incrivelmente bem com o pouco que é fornecido a ele.
Chegando a sala de monitoração Ana foi diretamente ao painel para verificar com os próprios olhos o que escutava.
- Dra. Ana, as respostas vêm sendo positivas! – Rebeca.
Ana acionou os comandos no painel, verificando cada informação com cuidado. Colocou os óculos e digitou com maior velocidade.
- Isto não pode... Quem é este garoto? – Ana.
Ela levantou-se para ver através do vidro o garoto deitado com a máscara de oxigênio, ainda que pouco do gás saísse para seus pulmões.
As crianças pareciam brincar, mas o jogo era, principalmente, para a garota. Ela provocava o menor que insistia em se esquivar sem tentar algum ataque.
- O mundo não é seu brinquedo, Simon, é brinquedo dele mesmo. – Rita.
- O que? – Simon.
Simon foi jogado ao chão, mas levantou-se logo, surpreso.
- Chamo este golpe de Tsunami Lua Cheia. – Rita.

Nenhum comentário:
Postar um comentário